Author name: Aline Goto

Copos com sucos detox coloridos, com vegetais ao fundo
Cálculo Renal

🥒 Sucos detox ajudam ou atrapalham quem tem pedras nos rins?

Os sucos detox caíram no gosto popular como uma forma de “limpar” o organismo, eliminar toxinas e melhorar a saúde. Mas será que eles são aliados ou vilões quando o assunto é cálculo renal? Se você tem histórico de pedras nos rins, vale a pena olhar com mais atenção para esses sucos especialmente se faz parte da sua rotina. Neste post, vamos esclarecer os principais pontos e te ajudar a fazer escolhas mais conscientes para proteger seus rins. Comer é melhor que beber Mesmo que o suco seja feito com frutas ou vegetais frescos, ao bater ou coar você acaba deixando para trás algo essencial: a fibra. As fibras presentes nas frutas e vegetais inteiros ajudam a equilibrar os níveis de açúcar no sangue e promovem o bom funcionamento intestinal. Para quem tem tendência à formação de cálculos renais, manter o intestino funcionando bem é um ponto positivo, já que a constipação pode aumentar o risco de pedras. Ou seja: é mais vantajoso consumir os alimentos inteiros do que na forma líquida. O suco de fruta concentra muito açúcar Pode parecer saudável tomar um suco de laranja natural, mas é fácil exagerar na quantidade. Um copo de 200 ml pode representar cerca de 3 ou 4 laranjas algo que você não comeria de uma vez só. Por isso, prefira sempre a fruta ao invés do suco dela. Além disso, sucos industrializados ou “detox” prontos costumam conter aditivos ou açúcares adicionados, mesmo que na embalagem esteja escrito “sem açúcar refinado”. Sucos verdes e detox: atenção ao sódio e ao oxalato Muita gente inclui vegetais ricos em oxalato (como espinafre, beterraba, couve e acelga) nos sucos detox. O problema é que, quando concentrados em forma líquida, eles aumentam bastante a carga de oxalato, o que pode ser perigoso para quem tem essa alteração urinária. Outro ponto importante: sucos de vegetais prontos mesmo os vendidos como “naturais” costumam conter muito sódio, um nutriente que está diretamente relacionado ao aumento da excreção de cálcio pela urina e, consequentemente, à formação de cálculos. Mesmo os rótulos com “baixo teor de sódio” podem surpreender: um copo pode ter mais de 100mg de sódio. Existe algum suco que pode ajudar? Sim! Alguns sucos podem ser aliados, especialmente os que contêm citrato de forma natural, como: O citrato ajuda a inibir a formação de pedras, mas mesmo nesse caso, o ideal é que o suco seja diluído (como na limonada com pouca fruta e sem açúcar) e faça parte de uma estratégia alimentar equilibrada não substituindo a água como principal fonte de hidratação. O mais importante: avaliar seu perfil urinário Nem todo mundo que tem cálculo renal tem o mesmo tipo de alteração urinária. Algumas pessoas eliminam mais oxalato, outras mais cálcio, e outras têm urina ácida ou pobre em citrato. Por isso, antes de cortar alimentos ou incluir sucos detox com a promessa de “limpar os rins”, é fundamental avaliar seus exames especialmente a urina de 24 horas. Escolhas conscientes protegem seus rins O segredo não está em receitas milagrosas, mas em uma rotina alimentar equilibrada, com frutas, vegetais, boa hidratação e o acompanhamento de um nutricionista especialista em saúde renal. Você não precisa cortar tudo. Mas sim, aprender o que faz sentido no seu caso. 🔗 Quer saber por onde começar a prevenir novas pedras nos rins?Baixe agora meu e-book gratuito com os 5 passos essenciais para a prevenção do cálculo renal. Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Manteiga embalada sobre uma superfície de madeira
Cálculo Renal, Doença Renal Crônica

🧈 Manteiga na saúde dos rins: o que você precisa saber

A manteiga é um ingrediente comum no café da manhã e no preparo de receitas, mas será que ela é uma boa escolha para quem quer cuidar da saúde dos rins? Embora tenha ganhado fama de “vilã” por conter gordura saturada, a verdade é que a manteiga pode fazer parte de uma alimentação equilibrada, desde que usada com moderação. Neste post, vamos entender melhor o impacto da manteiga na saúde renal, o que observar nos rótulos e como fazer escolhas mais seguras. O que é a manteiga e como ela é produzida? A manteiga é um produto de origem animal, feito a partir da nata do leite. É rica em gordura (cerca de 80%) e, por ser um alimento minimamente processado, não contém aditivos artificiais quando em sua versão tradicional. Diferente das margarinas ou cremes vegetais, a manteiga tem gordura saturada como principal componente lipídico. Esse é o principal ponto de atenção quando falamos de saúde cardiovascular e renal. Manteiga, gordura saturada e os rins Dietas muito ricas em gordura saturada podem contribuir para: Esses fatores impactam diretamente a função renal, especialmente em pessoas com histórico de hipertensão, diabetes ou com risco de doença renal crônica. A National Kidney Foundation recomenda limitar o consumo de gorduras saturadas para proteger os rins a longo prazo. Mas isso não significa cortar completamente alimentos como a manteiga, e sim encontrar um equilíbrio. Cuidado com versões com sal Algumas marcas adicionam sal (cloreto de sódio) à manteiga para dar sabor. Para quem tem pressão alta ou precisa controlar o sódio na dieta, vale a pena optar por manteiga sem sal. Além disso, algumas versões “cremosas” ou com sabor podem conter aditivos ou conservantes. Leia o rótulo com atenção! Manteiga pode ser incluída na alimentação? Sim, desde que com consciência: A manteiga não precisa ser excluída, mas não deve ser a protagonista da sua alimentação diária. Uma alimentação rica em vegetais, frutas, grãos integrais e gorduras boas é o melhor caminho para proteger seus rins. Dica prática Vai passar manteiga no pão? Tente combinar com uma fonte de fibras, como um pão integral ou uma fruta com casca. Isso ajuda a modular o impacto da gordura no organismo e favorece uma digestão mais equilibrada. 👉 Se você tem dúvidas sobre como adaptar sua alimentação para cuidar dos rins, especialmente com histórico de hipertensão, diabetes ou perda de função renal, procure sempre a orientação de um nutricionista especializado. Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Aveia em flocos derramada sobre a mesa
Cálculo Renal

🥣 Quem tem cálculo renal pode comer aveia?

A aveia é um alimento querido por muita gente: fácil de preparar, versátil e cheia de benefícios. Mas será que quem tem tendência à formação de cálculos renais pode consumir aveia sem medo? A resposta é: sim, com alguns cuidados simples. Aveia tem oxalato? Sim, a aveia contém oxalato, substância que, em excesso, pode contribuir para a formação de pedras nos rins especialmente os cálculos de oxalato de cálcio, que são os mais comuns. Mas isso não significa que a aveia precisa ser evitada por quem já teve cálculo renal. O teor de oxalato da aveia é considerado moderado. Em outras palavras: não está no grupo de alimentos ricos em oxalato como espinafre cru ou beterraba, mas também não é isenta. O segredo está na forma de consumo e no equilíbrio da dieta como um todo. Um aliado quando bem combinado Um dos principais truques para consumir alimentos com oxalato é combiná-los com uma boa fonte de cálcio na mesma refeição. Isso porque o cálcio se liga ao oxalato no intestino, reduzindo sua absorção e facilitando a eliminação pelas fezes em vez de sobrecarregar os rins. No caso da aveia, uma forma prática de fazer isso é preparar com leite ou bebida vegetal enriquecida com cálcio. Essa simples combinação já ajuda a tornar o consumo muito mais seguro para quem tem histórico de cálculos renais. Granola, aveia instantânea ou em flocos? Nem toda “aveia” é igual. E aqui vale ficar atento: Se você gosta de praticidade, uma solução é preparar sua própria granola caseira com aveia, castanhas, sementes e pouca ou nenhuma adição de açúcar. Assim, você controla o que está consumindo. Aveia é rica em fibras: e isso é bom! Outro ponto a favor da aveia é seu alto teor de fibras solúveis, especialmente a beta-glucana. Esse tipo de fibra: Uma alimentação rica em fibras pode ser aliada na prevenção de novos cálculos, principalmente quando associada a uma boa hidratação e à orientação nutricional individualizada. Qual a quantidade ideal? Para quem tem histórico de cálculos renais, a moderação é a chave. Uma porção de 2 a 4 colheres de sopa de aveia por dia, associada a cálcio e dentro de um plano alimentar equilibrado, costuma ser bem tolerada. Mas é importante lembrar: cada caso é único. Só uma avaliação metabólica completa, com exame de urina de 24 horas, pode identificar o que realmente está em excesso ou em falta no seu organismo. Se a aveia faz parte da sua rotina ou você quer começar a incluir, não precisa ter medo. Com as combinações certas e atenção aos rótulos, ela pode sim ser uma aliada e não um problema. 👉 Baixe meu e-book gratuito com os 5 passos para prevenir cálculos renais:subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Azeite de oliva sendo servido em tigela de vidro, ao lado de azeitonas verdes
Cálculo Renal

🫒 Azeite de oliva faz bem para quem tem pedra nos rins?

Você já deve ter ouvido que o azeite de oliva faz bem para o coração. Mas será que ele também é uma boa escolha para quem tem histórico de cálculos renais? A resposta é: sim! O azeite de oliva pode fazer parte de uma alimentação saudável para os rins com alguns cuidados. Gordura saudável para o corpo (e para os rins) O azeite de oliva é uma excelente fonte de gordura monoinsaturada, um tipo de gordura que ajuda a reduzir a inflamação no organismo. Isso é importante porque a inflamação crônica está ligada a várias condições de saúde, inclusive ao risco de formação de pedras nos rins. Além disso, por ser uma gordura naturalmente presente nos alimentos e não industrializada, o azeite também contribui para uma alimentação mais limpa, com menos aditivos que sobrecarregam os rins. Mas azeite tem oxalato? Essa é uma dúvida comum de quem precisa cuidar do oxalato na alimentação. E a boa notícia é: o azeite de oliva não contém oxalato. Ou seja, pode ser usado mesmo em pessoas que precisam controlar a ingestão desse composto. Enquanto alguns óleos vegetais, como o óleo de soja, podem conter pequenas quantidades de oxalato, o azeite de oliva extra virgem é uma escolha segura e natural para temperar saladas ou finalizar pratos. Pode aquecer o azeite? Sim, o azeite de oliva pode ser aquecido. Apesar do mito de que ele não pode ser usado para cozinhar, a ciência mostra que ele é estável ao calor, especialmente em preparações rápidas, como refogados ou grelhados leves. O importante é não deixá-lo queimar ou aquecer até soltar fumaça. Para preservar os compostos antioxidantes, o melhor uso continua sendo em preparações frias ou no final da cocção. E os azeites aromatizados e gourmet? Hoje existem diversas opções no mercado: azeites com ervas, pimenta, limão, trufa, entre outros. Desde que a base seja azeite extra virgem e não contenha aditivos ou óleos misturados, essas versões também podem ser usadas com moderação. Vale sempre ler o rótulo para garantir que você está levando um produto puro e não uma mistura disfarçada. Azeite é calórico? Sim, como toda gordura, o azeite é calórico: cerca de 90 calorias por colher de sopa. Mas isso não é motivo para tirá-lo da alimentação. O segredo está na quantidade e no equilíbrio da dieta como um todo. Em vez de focar apenas em calorias, é mais importante pensar na qualidade da gordura que você consome. 👉 O azeite de oliva pode ser um grande aliado de quem tem tendência a formar pedras nos rins. Ele não tem oxalato, é anti-inflamatório e combina com uma alimentação mais natural e equilibrada. Se você está ajustando a dieta para prevenir novos cálculos, vale a pena conversar com um nutricionista que entenda do seu histórico e da sua avaliação metabólica. Porque nem tudo é sobre cortar alimentos muitas vezes, é sobre escolher melhor. Aline GotoNutricionista CRN10 2478👉 Baixe o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir cálculos renais

Prateleira de supermercado com iogurtes diversos
Cálculo Renal

🥣 Iogurte ajuda ou atrapalha quem tem cálculo renal?

Muita gente com histórico de pedra nos rins fica na dúvida se o iogurte é um aliado ou um vilão na alimentação. Afinal, ele é uma excelente fonte de cálcio e proteínas mas nem todos os produtos que encontramos no mercado são iguais. Neste post, você vai entender quando o iogurte pode ser um ótimo aliado na prevenção de cálculos e quando ele pode atrapalhar. Iogurte é fonte de cálcio: isso é bom ou ruim? Apesar do que muita gente pensa, o cálcio da alimentação ajuda na prevenção de cálculos renais, principalmente os cálculos do tipo oxalato de cálcio.O motivo? O cálcio se liga ao oxalato no intestino e impede que ele seja absorvido em excesso pelo organismo. Por isso, restringir o consumo de laticínios sem necessidade pode até aumentar o risco de pedras. Ou seja: iogurtes naturais ou integrais, sem açúcar, são fontes valiosas de cálcio e proteínas de alta qualidade e podem, sim, fazer parte da sua rotina. O problema está nos “falsos iogurtes” Na prateleira do mercado, muitas opções vendidas como iogurte são, na verdade, bebidas lácteas com excesso de açúcar, corantes, aromatizantes e outros aditivos. Esses produtos têm baixo teor de cálcio e muitas vezes trazem mais prejuízos do que benefícios. Algumas dicas para escolher melhor: E os iogurtes proteicos da moda? Nos últimos anos, surgiram várias marcas de iogurtes com alto teor de proteína. Em geral, eles são interessantes para quem precisa controlar a ingestão de proteínas de forma mais precisa. Mas atenção: muitos desses produtos também são ricos em açúcares, adoçantes artificiais e espessantes, que podem não ser ideais para quem já tem histórico de cálculos. Se você opta por essas versões: Dica extra para a prevenção de cálculos Um dos pontos mais importantes para quem tem cálculo renal é a ingestão adequada de líquidos. Se você consome iogurte, use isso ao seu favor!Por exemplo: combine o iogurte com frutas ricas em citrato (como melão ou laranja) ou prepare um smoothie sem açúcar. Isso ajuda na hidratação e melhora a qualidade da urina. 📌 Em resumo:O iogurte não faz mal para quem tem cálculo renal. Ao contrário, ele pode ser um aliado quando bem escolhido. O segredo está em evitar versões ultraprocessadas, controlar a quantidade e sempre buscar equilíbrio com o restante da alimentação. Se você tem dúvidas sobre o melhor tipo de iogurte para o seu caso, lembre-se: a avaliação da urina de 24h é o melhor caminho para personalizar sua dieta com segurança. Aline GotoNutricionista CRN10 2478 👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir cálculos renais:https://subscribepage.io/ebook-calculo-renal

Ovo cozido com gema mole servido no suporte – representa fonte de proteína na alimentação renal
Cálculo Renal, Doença Renal Crônica

🥚 Ovo faz mal para os rins? Descubra se ele pode fazer parte da sua dieta

O ovo é um alimento prático, versátil e muito presente no dia a dia. Mas quando surgem questões relacionadas aos rins muitas pessoas ficam em dúvida: será que o colesterol do ovo faz mal? E a proteína do ovo pode sobrecarregar os rins? Se você já teve essa dúvida, este post é pra você. O ovo tem colesterol, mas isso não significa risco imediato Durante anos, o ovo foi visto como um vilão por conter colesterol na gema. No entanto, as diretrizes nutricionais mais recentes mostram que o colesterol alimentar (ou seja, aquele que vem dos alimentos) tem impacto muito menor no colesterol do sangue do que se pensava. Para a maioria das pessoas, o colesterol do ovo não representa um risco direto à saúde cardiovascular ou à saúde dos rins, especialmente quando o consumo é feito de forma equilibrada. O que merece mais atenção são os alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras trans e aditivos, que sim, podem afetar negativamente a função renal a longo prazo. O ovo é rico em proteína: isso é bom ou ruim para os rins? Um ovo tem cerca de 6 gramas de proteína, sendo uma fonte de proteína considerada de alto valor biológico. Isso significa que ele oferece todos os aminoácidos essenciais para o corpo um ponto positivo para quem precisa manter a massa muscular e a saúde geral. Mas quando falamos de doença renal crônica, o excesso de proteína pode exigir mais dos rins, especialmente em estágios avançados da doença (Doença renal crônica estágios 4 e 5). Nesses casos, o consumo de ovos deve ser avaliado com o nutricionista, considerando as necessidades individuais de proteína por dia. Já para quem tem tendência a formar cálculos renais, o cuidado é com o excesso de proteína animal no geral, pois isso pode contribuir para a formação de certos tipos de pedras, como os de ácido úrico. Mas isso não significa que o ovo esteja proibido apenas que ele deve fazer parte de um plano alimentar equilibrado. E a clara de ovo? Pode ser uma alternativa? Sim! A clara do ovo contém praticamente só proteína e não tem colesterol. Para quem precisa controlar o consumo de gordura ou colesterol, ela pode ser uma ótima opção em omeletes, panquecas ou preparações proteicas. Inclusive, a clara é muito usada em dietas com controle rigoroso de potássio ou fósforo, já que tem baixíssimo teor desses minerais o que pode ser útil para quem está em estágios mais avançados de doença renal. Então, quem tem problema nos rins pode ou não comer ovo? Pode sim! O ovo pode fazer parte da alimentação de quem tem cálculo renal ou doença renal crônica, desde que o consumo esteja dentro da quantidade adequada de proteínas para cada caso. A palavra-chave é individualização. Cada pessoa tem necessidades nutricionais diferentes, e o meu papel como nutricionista é ajustar a alimentação conforme os exames, sintomas e fase da doença renal. 🍳 Dica extra: prefira ovos cozidos, mexidos com pouca gordura ou em preparações caseiras. Evite consumir ovos fritos com óleo em excesso ou em receitas ricas em sódio e ultraprocessados, como empanados ou industrializados. Aline GotoNutricionista CRN10 2478 👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir cálculo renal:https://subscribepage.io/ebook-calculo-renal

Ramo de pimenta vermelha fresca sobre fundo branco
Cálculo Renal, Doença Renal Crônica

🌶️ Pimenta faz mal para os rins? Descubra se ela pode estar na sua alimentação

Se você gosta de comida apimentada, mas tem preocupação com a saúde dos rins, especialmente se já teve cálculo renal ou possui doença renal crônica (DRC), talvez já tenha se perguntado se a pimenta faz mal para os rins. A resposta depende do tipo de pimenta, da quantidade consumida e da condição clínica de cada pessoa. Vou esclarecer os principais pontos para você consumir esse tempero com mais segurança ou fazer ajustes, se necessário. Pimenta natural x pimenta industrializada A primeira distinção importante é entre a pimenta in natura (como dedo-de-moça, jalapeño, malagueta) e os molhos de pimenta industrializados. E quem tem cálculo renal? Para quem tem tendência à formação de cálculos renais, a pimenta natural não está entre os principais vilões. Ela não é rica em oxalato, diferente de outros alimentos como espinafre ou chá preto. O problema pode surgir quando o consumo de pimenta estimula uma alimentação muito condimentada e rica em sal, especialmente se vier acompanhada de molhos prontos ou snacks ultraprocessados. O excesso de sódio aumenta a excreção urinária de cálcio, o que pode favorecer a formação de pedras nos rins. 👉 Se você faz uso frequente de pimenta, avalie se isso não está associado ao aumento do consumo de sal e produtos industrializados. E quem tem doença renal crônica (DRC)? Para quem já tem DRC, a pimenta não está proibida, mas deve ser consumida com moderação. O alerta principal está nos molhos industrializados (como já mencionado), que podem conter: 👉 O ideal é usar pimentas frescas ou desidratadas (sem sal) como forma de realçar o sabor dos alimentos sem recorrer ao sal comum. Pimenta pode estar na dieta renal? Sim, desde que usada da forma certa: ✅ Prefira pimenta natural, fresca ou seca, sem adição de sal.❌ Evite molhos industrializados com sódio ou aditivos fosfatados.✅ Use como estratégia para substituir o sal e variar os temperos.⚠️ Modere o uso em caso de refluxo, gastrite ou outras intolerâncias gastrointestinais. A pimenta não é inimiga dos rins mas o excesso de sódio, sim.Com escolhas conscientes, ela pode fazer parte de uma alimentação saborosa e equilibrada, mesmo para quem tem cálculo renal ou DRC. 📌 Quer aprender mais sobre os alimentos que ajudam a proteger seus rins?👉 Baixe gratuitamente o e-book “5 passos para prevenir cálculos renais” Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Chá preto sendo servido em xícara branca
Cálculo Renal

🍵 Chá preto tem oxalato?

O chá preto é uma das bebidas mais consumidas no mundo e também uma das que mais geram dúvidas entre quem tem tendência a formar pedras nos rins. Afinal, será que ele aumenta o risco de cálculo renal? A resposta envolve uma palavrinha importante: oxalato. Chá preto é rico em oxalato? Sim. O chá preto é considerado uma fonte alta de oxalato, especialmente quando consumido em grandes quantidades ao longo do dia. Para entender melhor, aqui vai uma classificação simples com base na quantidade de oxalato por porção: ➡️ Uma xícara de chá preto pode conter entre 25 a 55 mg de oxalato, dependendo da concentração, tempo de infusão e quantidade de folhas utilizadas. Ou seja, em muitos casos, ultrapassa o limite considerado seguro para quem precisa controlar a ingestão de oxalato. Todo mundo com cálculo renal deve evitar? Não necessariamente. A orientação depende do tipo de cálculo e dos resultados da sua avaliação metabólica da urina de 24h. Se o exame mostrar oxalato urinário elevado, é importante ajustar o consumo de alimentos ricos nessa substância e o chá preto pode estar nessa lista. Por outro lado, se os níveis estiverem normais e o restante da alimentação estiver equilibrado (com boa ingestão de cálcio e hidratação), o consumo ocasional de uma ou duas xícaras de chá preto pode ser viável com moderação. Dica da nutri: prefira outras opções Quem tem tendência à formação de cálculos renais pode se beneficiar mais de bebidas ricas em citrato e com baixo teor de oxalato, como: Além disso, consumir fontes de cálcio junto com alimentos ricos em oxalato pode ajudar a reduzir a absorção dessa substância. Isso vale também para o chá preto se for consumido com leite, como no estilo “chá inglês”. Panorama: chá preto e cálculo renal Pergunta Resposta Chá preto tem oxalato? Sim, em quantidades altas Precisa cortar da dieta? Só se o oxalato urinário estiver elevado Pode consumir com leite? Sim, isso ajuda a reduzir a absorção de oxalato Qual a melhor bebida para os rins? Água, sucos cítricos naturais e infusões com baixo oxalato Se você tem dúvidas sobre o seu risco de formar cálculos, o melhor caminho é uma avaliação individualizada com exame de urina de 24 horas. É ela que mostra de forma precisa o que precisa ser ajustado na sua alimentação. 💚 Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Mulher tomando suplemento de creatina
Cálculo Renal, Doença Renal Crônica

💊 Creatina faz mal para os rins? O que você precisa saber.

A creatina é um dos suplementos mais estudados e utilizados no mundo, principalmente por quem pratica atividade física. Mas se você tem histórico de cálculo renal ou alguma alteração na função dos rins, é comum surgir a dúvida: “Creatina faz mal para os rins?” O que é a creatina e para que serve? A creatina é uma substância naturalmente produzida pelo corpo e também obtida por meio da alimentação, especialmente de carnes. No organismo, ela ajuda a fornecer energia rápida para os músculos, principalmente durante atividades intensas e de curta duração, como musculação e corrida. O suplemento de creatina tem como principal objetivo aumentar a performance física e o ganho de massa muscular. A creatina sobrecarrega os rins? Essa é uma dúvida comum e uma preocupação legítima. Ao tomar creatina, é normal que a creatinina (um marcador usado para avaliar a função renal) fique um pouco mais elevada nos exames de sangue. Mas isso não significa, por si só, que os rins estão sendo prejudicados. Vários estudos mostram que a suplementação de creatina em doses adequadas não causa danos renais em pessoas saudáveis. O aumento da creatinina costuma refletir o uso do suplemento e não uma falha nos rins. E quem tem cálculo renal? A creatina não é diretamente associada à formação de cálculos renais. No entanto, o uso do suplemento pode aumentar ligeiramente a excreção de alguns metabólitos pela urina, o que pode ser um ponto de atenção para quem já tem predisposição a formar pedras. Por isso, se há histórico de nefrolitíase, o ideal é avaliar a urina de 24 horas e conversar com um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação. E no caso de doença renal crônica? Aqui o cuidado precisa ser ainda maior. Pessoas com função renal reduzida ou já diagnosticadas com doença renal crônica devem evitar o uso de creatina sem orientação. Isso porque os rins já estão trabalhando com capacidade limitada e, mesmo suplementos considerados seguros para a maioria, podem não ser recomendados nesse contexto. Quando a creatina pode ser usada com segurança? A creatina pode ser utilizada com segurança quando: Mesmo assim, não é um suplemento indicado para todos os perfis. É importante avaliar o estilo de vida, os exames laboratoriais e o histórico clínico antes de iniciar. Dica extra: priorize a alimentação Muita gente busca suplementos antes de ajustar o básico: alimentação, hidratação e rotina de sono. A creatina pode ter benefícios, mas ela não substitui uma boa alimentação e um plano individualizado. Se você sente que está sempre cansado, com perda de massa ou rendimento físico baixo, pode ser hora de investigar melhor e não apenas recorrer a um suplemento. Aline GotoNutricionista CRN10 2478 👉 Baixe agora meu e-book gratuito:5 passos para prevenir cálculos renais

Chá preto sendo servido em xícara branca
Cálculo Renal

🩺 Quem trata cálculo renal: urologista ou nefrologista? Entenda a diferença!

Quando aparece pedra nos rins, é comum a dúvida: qual médico procurar primeiro? Urologista ou nefrologista? Apesar de atuarem na saúde dos rins, esses dois profissionais têm papéis diferentes no tratamento do cálculo renal. Se você está perdido sobre a quem recorrer, esse post é para você. Urologista: o especialista em cirurgias e emergências urinárias O urologista é o médico indicado para situações como: Esse profissional é responsável por remover ou controlar as pedras que já estão causando sintomas. Em casos urgentes ou quando o cálculo está impactado e não consegue ser eliminado naturalmente, ele pode indicar procedimentos como: Em resumo: o urologista age quando a pedra já está ali e precisa ser tratada ou retirada. Nefrologista: o médico que previne e cuida da função dos rins Já o nefrologista é o médico especializado na função renal e nas doenças que afetam os rins a longo prazo. Ele é o profissional ideal para: Ou seja, o nefrologista entra para entender a causa por trás da formação dos cálculos, principalmente em quem já teve mais de um episódio. Quando procurar um nutricionista renal? Após o diagnóstico e estabilização do quadro, o acompanhamento nutricional é essencial para prevenir novas crises. Um nutricionista com experiência em saúde renal pode: A nutrição personalizada pode evitar novas pedras e garantir mais liberdade alimentar, sem restrições desnecessárias. É importante saber! O ideal é que esses profissionais atuem em conjunto, para garantir o tratamento completo: desde a retirada da pedra até a prevenção das próximas. 👉 Baixe gratuitamente o e-book com 5 passos para prevenir cálculos renais:https://subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

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