Author name: Aline Goto

Suplemento de vitamina C ao lado de limão
Cálculo Renal

Quem tem cálculo renal pode tomar suplemento de vitamina C? Entenda os cuidados

A vitamina C é conhecida por fortalecer o sistema imunológico, ajudar na absorção de ferro e até prevenir gripes. Mas será que quem tem tendência a formar pedras nos rins pode usar suplementos dessa vitamina sem preocupações? Neste post, você vai entender a relação entre vitamina C e cálculo renal, por que o excesso pode ser um problema e o que considerar antes de suplementar. Suplementar vitamina C pode aumentar o risco de cálculos? Sim. Embora a vitamina C (ácido ascórbico) seja essencial, quando consumida em excesso, principalmente por meio de suplementos, o corpo pode converter parte desse excesso em oxalato. E o oxalato, como já falei por aqui, é uma substância que pode se ligar ao cálcio e formar cristais nos rins. Esses cristais, ao se acumularem, formam os cálculos renais mais comuns: os de oxalato de cálcio. Mas e a vitamina C dos alimentos? Também tem esse risco? Não. A vitamina C presente nas frutas e vegetais, como acerola, laranja, kiwi e pimentão, não costuma causar esse problema. Isso porque as quantidades naturais dos alimentos são equilibradas e vêm acompanhadas de fibras e outros nutrientes que beneficiam a saúde renal. O maior risco está nos suplementos com doses elevadas especialmente acima de 500 mg por dia, quando usados por longos períodos sem acompanhamento. Sabe quando você passa na farmácia e deseja comprar aquele suplemento que vem com a promessa de evitar gripe?? Infelizmente esse suplemento de vitamina C pode influenciar no aparecimento de cálculos renais. Quem tem cálculo pode ou não suplementar? A suplementação de vitamina C pode ser necessária em alguns casos específicos, como em quadros de deficiência confirmada ou após cirurgias bariátricas. Mas em pessoas com histórico de cálculo renal, é fundamental que o uso seja avaliado por um nutricionista ou médico. Na maioria das vezes a orientação será evita-los. É preciso considerar: Ou seja, não se trata de evitar para sempre, mas sim de avaliar se é necessário, em qual dose e por quanto tempo. O foco deve estar no equilíbrio A vitamina C é importante e não deve ser demonizada. Mas quem já formou pedra nos rins precisa de cuidado redobrado com qualquer suplemento principalmente os vendidos como “naturais” ou “vitaminas inofensivas”. Ao invés de decidir sozinho, o melhor caminho é buscar orientação especializada para entender como está o seu metabolismo e quais suplementos realmente fazem sentido. 👉 Se você quer mais dicas práticas para evitar novas crises de cálculo renal, baixe gratuitamente o meu e-book:subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Copo de cerveja com espuma sobre uma mesa de madeira
Cálculo Renal

🍺 Quem tem cálculo renal pode beber cerveja? Entenda os riscos e cuidados

Quando se fala em cálculos renais, muitas dúvidas surgem sobre o que pode ou não ser consumido e a cerveja é uma das perguntas mais comuns. Afinal, será que ela realmente ajuda a “limpar os rins”, como dizem por aí? Ou será que pode piorar a situação? Neste post, você vai entender o que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas, especialmente a cerveja, e como isso se relaciona com a formação de pedras nos rins. Cerveja ajuda ou atrapalha os rins? É verdade que a cerveja tem efeito diurético ou seja, faz urinar mais. E como uma das principais estratégias para prevenir os cálculos é manter uma boa hidratação, muita gente acredita que ela possa ser benéfica. Mas a realidade é um pouco mais complexa. O problema é que o álcool, especialmente em excesso, pode provocar desidratação. Isso acontece porque ele estimula a eliminação de água pelo corpo, mas não contribui com os minerais essenciais para manter o equilíbrio urinário. Resultado: o volume de urina até aumenta, mas a concentração de substâncias que favorecem a formação dos cálculos pode aumentar também. E o que a ciência diz? Estudos sugerem que o consumo moderado de cerveja pode estar associado a um risco menor de formação de alguns tipos de cálculo. Mas calma: isso não quer dizer que tomar cerveja seja uma estratégia preventiva recomendada. A explicação pode estar mais no hábito social da hidratação (quem bebe cerveja costuma ingerir grandes volumes de líquido) do que em algum benefício da bebida em si. Além disso, a maioria das pesquisas aponta que os riscos do álcool para a saúde renal, especialmente com o uso frequente, são maiores do que qualquer possível benefício. Pode ou não pode, então? Se você tem histórico de cálculos renais, o mais importante é manter uma hidratação adequada com água, chás leves e sucos naturais com orientação. A cerveja não precisa ser proibida, mas deve ser consumida com moderação e consciência. É importante lembrar que a cerveja nunca irá substituir o consumo de líquidos (preferencialmente água) ao longo do dia. Dica extra: atenção ao que acompanha a cerveja Outro ponto importante é observar o que costuma acompanhar a cerveja: queijos, embutidos, salgadinhos… Muitos desses alimentos são ricos em sódio, fosfatos e outros aditivos que contribuem para o risco de formação de cálculos. Ou seja, não é só a bebida que importa o contexto da alimentação como um todo faz diferença. O que você precisa lembrar Cerveja não é remédio para os rins, mas também não precisa ser um vilão absoluto. O segredo está na moderação, no acompanhamento nutricional adequado e na hidratação equilibrada ao longo do dia. 👉 Quer aprender mais sobre como prevenir pedras nos rins com a alimentação?Baixe o e-book gratuito: subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Beterraba cortada em fatias sobre uma tábua
Cálculo Renal

🥬 Beterraba tem oxalato? Saiba se é seguro para quem tem cálculo renal

Você gosta de beterraba e ouviu por aí que ela pode causar pedras nos rins? Essa dúvida é muito comum entre quem já teve algum episódio de cálculo renal e está tentando ajustar a alimentação para prevenir novas crises. Afinal, a beterraba tem ou não tem oxalato? E será que precisa ser evitada na dieta? Neste post, você vai entender o que o oxalato tem a ver com os cálculos renais, qual a quantidade presente na beterraba e se é seguro continuar consumindo esse alimento tão nutritivo. O que é oxalato e por que ele importa? O oxalato é uma substância presente naturalmente em diversos alimentos de origem vegetal. Ele pode se ligar ao cálcio dentro do corpo e formar cristais, que em algumas pessoas acabam se acumulando nos rins e formando os temidos cálculos, principalmente os de oxalato de cálcio, o tipo mais comum. Mas atenção: o problema não é o oxalato sozinho. A formação da pedra depende de uma série de fatores, como hidratação inadequada, ingestão insuficiente de cálcio pela alimentação, genética e alterações na urina. Beterraba é rica em oxalato? Sim, a beterraba está na lista dos alimentos com alto teor de oxalato. A beterraba pode conter mais de 30mg de oxalato por porção, o que a classifica como um alimento de alto oxalato. Mas isso não significa que ela seja proibida. Quem tem pedra nos rins precisa cortar a beterraba? Depende. A recomendação mais segura é individualizar. Nem toda pessoa que tem ou já teve cálculo renal precisa restringir alimentos com oxalato. O ideal é avaliar o tipo de cálculo formado e, principalmente, realizar uma análise metabólica da urina de 24h, que mostra se há excesso de oxalato sendo eliminado pela urina. Se a excreção urinária de oxalato estiver elevada, aí sim, pode ser necessário ajustar a quantidade de alimentos ricos nessa substância, incluindo a beterraba. Tem como consumir beterraba com mais segurança? Sim. Uma estratégia eficaz é combinar a beterraba com alimentos fontes de cálcio nas refeições, como queijo branco, iogurte natural ou leite. O cálcio presente no intestino se liga ao oxalato da comida e impede sua absorção em excesso. Além disso, manter uma boa hidratação e uma alimentação equilibrada em fibras e frutas ricas em citrato também ajuda na prevenção. Beterraba tem benefícios que merecem ser considerados A beterraba é rica em nutrientes importantes como ácido fólico, fibras, antioxidantes e nitratos naturais, que contribuem para a saúde cardiovascular. Por isso, excluir esse alimento sem necessidade pode significar abrir mão de vários benefícios. Então, pode ou não pode? Se você tem histórico de pedras nos rins, o melhor caminho é investigar as causas e ajustar a alimentação com base nos seus exames. Evitar alimentos como beterraba de forma genérica não resolve o problema e pode deixar sua dieta pobre em nutrientes essenciais. 🧭 Um acompanhamento nutricional especializado é fundamental para montar uma estratégia que funcione para você com segurança, leveza e variedade no prato. 📥 Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir: subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Castanhas do Brasil sobre mesa ao lado de tigela de madeira
Cálculo Renal

🥜 Quem tem cálculo renal pode comer castanhas? Entenda!

As castanhas sempre aparecem nas listas de alimentos saudáveis. Mas quem tem cálculo renal deve consumir com moderação ou evitar de vez? A resposta depende de um fator que muita gente esquece: o tipo de cálculo que você forma e os resultados da sua avaliação metabólica. Por que as castanhas causam dúvidas? Castanhas como caju, pará, amêndoas e nozes são ricas em gorduras boas, fibras, magnésio e antioxidantes. No entanto, algumas também contêm quantidades significativas de oxalato, uma substância que pode contribuir para a formação de pedras de oxalato de cálcio o tipo mais comum. Além disso, algumas versões industrializadas contêm muito sal e aditivos, o que também deve ser considerado. Castanhas e oxalato: qual o problema? O oxalato está presente naturalmente em diversos alimentos, inclusive em algumas castanhas. Mas o problema não é o alimento em si e sim a combinação com outros fatores, como: Se a pessoa apresenta oxalato urinário elevado na avaliação de urina 24h, pode ser necessário restringir os alimentos ricos em oxalato, como castanha de caju e amêndoas, por exemplo. Já outras castanhas, como macadâmia, avelã e castanha-do-pará, apresentam teores mais baixos ou moderados e podem ser consumidas com orientação nutricional adequada. Não é preciso cortar tudo O maior erro é evitar todos os alimentos saudáveis com medo de ter novas pedras. O segredo está no equilíbrio e em ajustes personalizados. Inclusive, o cálcio da alimentação é um protetor natural contra o oxalato, ajudando a formar compostos insolúveis no intestino que são eliminados pelas fezes, impedindo a absorção excessiva. Ou seja: não é sobre cortar o oxalato, mas garantir cálcio e hidratação suficientes. Como incluir castanhas com segurança? Se você tem tendência à formação de cálculos, essas dicas ajudam: ✅ Faça uma avaliação metabólica completa (urina de 24h) antes de cortar ou incluir castanhas na dieta✅ Dê preferência às castanhas in natura ou sem sal✅ Evite as versões com adição de glucose, aromatizantes ou muito sódio✅ Consuma em pequenas quantidades, dentro do plano alimentar individual✅ Mantenha boa hidratação e ingestão adequada de cálcio Foco na prevenção com liberdade A boa notícia é que não é preciso viver com medo da alimentação. Ao entender os alimentos e fazer ajustes personalizados, é possível ter mais liberdade e autonomia nas escolhas do dia a dia, inclusive comendo um punhado de castanhas. 🔗 Veja também:Oxalato: o que é e quando devo me preocupar? 📥 Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir: subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Pedaços de chocolate amargo em close sobre mesa
Cálculo Renal

🍫 Chocolate faz mal para quem tem cálculo renal? Entenda o que evitar

Você adora um chocolate, mas ficou na dúvida se ele pode ou não entrar na rotina alimentar depois de um episódio de cálculo renal? A boa notícia é que, na maioria dos casos, ele pode sim fazer parte da dieta com atenção à quantidade, qualidade e frequência. Neste post, vou explicar o que há por trás da relação entre chocolate e pedras nos rins e como consumir tranquilamente. Chocolate tem oxalato? Sim, o chocolate especialmente o chocolate amargo e em pó contém oxalato, uma substância que, quando consumida em excesso, pode contribuir para a formação de pedras nos rins em pessoas predispostas. Mas isso não significa que todo mundo precisa cortar o chocolate da dieta. 👉 O que determina se é necessário restringir o oxalato é a avaliação metabólica da urina de 24 horas, que mede o nível de excreção dessa substância no seu organismo. Sem esse exame, qualquer restrição é baseada apenas em suposição. Classificação do teor de oxalato Segundo a classificação adaptada por nutricionistas renais: O chocolate amargo e o cacau em pó estão na categoria de alto oxalato, enquanto o chocolate ao leite costuma ter quantidade moderada, e o chocolate branco, baixo oxalato (mas costuma ser mais processado e com mais açúcar). O que realmente importa? Mais do que cortar o chocolate da sua vida, o importante é equilibrar a dieta e focar em uma alimentação que favoreça a eliminação de citrato, mantenha o pH urinário ideal e evite excessos de sódio, açúcar e proteína animal. E sim, um pedaço de chocolate pode fazer parte disso. O segredo está no contexto geral da sua alimentação. Como consumir chocolate com mais segurança Aqui vão algumas dicas práticas: E o chocolate diet? Pode ser uma opção para quem precisa controlar o açúcar, mas é importante avaliar o tipo de adoçante usado. Alguns adoçantes polióis (como sorbitol) podem causar desconfortos gastrointestinais em excesso. Não viva com medo da comida A alimentação para prevenção de cálculos renais não precisa ser restritiva. Com acompanhamento adequado, é possível incluir uma variedade de alimentos, inclusive o chocolate, de forma equilibrada e segura. Se você sente prazer em comer chocolate, saiba que isso pode (e deve) fazer parte do seu estilo de vida, desde que com consciência. 👉 Quer evitar novas crises de cálculo renal? Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir:📩 subscribepage.io/ebook-calculo-renal Leia também: Preciso cortar o cálcio da alimentação se tenho cálculo de cálcio? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Xícara de café derramada sobre mesa com grãos de café espalhados
Cálculo Renal

☕ Café tem oxalato?

O café é parte da rotina de muita gente seja para começar o dia, manter o foco no trabalho ou acompanhar uma boa conversa. Mas se você tem histórico de pedras nos rins, já deve ter se perguntado: café tem oxalato? Será que ele pode aumentar o risco de cálculo renal? Neste post, vou esclarecer de forma simples e com base científica o que realmente se sabe sobre o café e sua relação com o oxalato. Café tem oxalato? Sim, o café contém oxalato, mas em quantidade relativamente baixa. Em média uma xícara de café coado comum (240 ml) pode conter cerca de 1 a 5 mg de oxalato, dependendo do tipo e preparo. Isso significa que o café é classificado como alimento de baixo teor de oxalato, quando consumido em quantidades moderadas. Classificação dos alimentos por teor de oxalato Para entender melhor, veja como os alimentos são geralmente classificados: Portanto, uma ou duas xícaras de café por dia, sem exagero, não costumam ser um problema para a maioria das pessoas. Café aumenta o risco de pedras nos rins? Não necessariamente. Inclusive, estudos recentes sugerem que o consumo moderado de café pode até estar associado à redução do risco de cálculos renais, graças ao seu leve efeito diurético, que contribui para o volume urinário um fator protetor importante. Mas é claro: tudo depende do contexto. Pessoas com hiperoxalúria (excreção elevada de oxalato na urina) precisam ter uma avaliação individualizada. E é por isso que a urina de 24h é tão importante. Café com leite pode ser uma boa opção Uma dica interessante é consumir o café com leite. O cálcio do leite se liga ao oxalato no intestino, reduzindo a sua absorção e, consequentemente, sua excreção urinária. Isso pode ajudar a reduzir o risco de formação de cristais de oxalato de cálcio. Ou seja: aquele cafezinho com leite pode ser um hábito ainda mais protetor para quem tem tendência à formação de pedras nos rins. Cuidado com o que você coloca no café Embora o café puro tenha baixo teor de oxalato, muitas pessoas transformam a bebida em verdadeiras sobremesas líquidas: chantilly, caldas de chocolate, leite condensado e outros aditivos ricos em açúcar ou gordura acabam piorando a qualidade nutricional da bebida. Esses complementos não apenas aumentam o valor calórico, como também substituem nutrientes importantes e contribuem para o desbalanço alimentar o que, a longo prazo, pode favorecer fatores de risco metabólicos ligados aos cálculos renais, como sobrepeso, resistência à insulina e menor excreção de citrato. Só uma avaliação personalizada pode dizer se você precisa restringir o café Cada pessoa tem um perfil metabólico diferente. Por isso, mesmo alimentos com baixo teor de oxalato podem ser orientados com moderação em alguns casos. Somente com a análise da urina de 24 horas é possível saber se existe excesso de oxalato urinário ou outros fatores de risco. Se você gosta de café, a boa notícia é que ele pode fazer parte da sua rotina. Mas como tudo na alimentação, o equilíbrio é fundamental. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir:https://subscribepage.io/ebook-calculo-renal Leia também:Posso consumir chá mate se tenho pedras nos rins? — Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Copo com bebida isotônica e rodelas de limão
Cálculo Renal

🥥 Alternativas naturais à bebida isotônica para quem tem pedra nos rins

Nem todo mundo precisa de uma bebida industrializada para repor os eletrólitos após uma atividade física. Para quem tem tendência à formação de pedras nos rins, as escolhas precisam ser ainda mais cuidadosas e há boas opções naturais que podem ajudar na hidratação e na prevenção dos cálculos. Neste post, vamos falar sobre alternativas simples, acessíveis e funcionais às bebidas isotônicas tradicionais. Por que as bebidas isotônicas chamam atenção? Bebidas isotônicas comerciais foram criadas para atletas que perdem muito suor durante treinos longos. Elas repõem eletrólitos como sódio e potássio, além de fornecerem glicose. Mas quem tem cálculo renal deve olhar com atenção a lista de ingredientes: muitas dessas bebidas contêm corantes artificiais, alto teor de sódio, adoçantes ou açúcares em excesso. O que uma boa alternativa precisa oferecer? Para ser considerada uma boa substituta das isotônicas, a bebida precisa: Agora que você já sabe os critérios, veja as melhores opções naturais. 1. Água de coco: a queridinha dos rins A água de coco é rica em potássio, tem baixo teor de sódio e é naturalmente doce sem precisar de açúcar adicionado. Além disso, contribui com a hidratação e tem leve ação diurética. Estudos indicam que o aumento na ingestão de potássio está associado à redução do risco de formação de cálculos renais, especialmente os de oxalato de cálcio. 🍃 Dica prática: consuma natural, gelada ou em receitas como smoothies com frutas cítricas ricas em citrato, que ajuda a inibir a formação de pedras. 2. Suco de frutas ricas em citrato Frutas como limão, lima, laranja e tangerina são ricas em citrato, um composto natural que ajuda a impedir que cristais de cálcio se juntem nos rins. Opções como limonada sem açúcar ou suco de laranja natural diluído com água são ótimas escolhas no verão ou após o exercício. 🍊 Quer mais ideias? Misture água de coco com limão espremido para criar uma “isotônica natural”. 3. Chá gelado com frutas (sem açúcar!) Chás de ervas como camomila, hibisco ou hortelã podem ser consumidos gelados com rodelas de laranja ou limão. Essa infusão é refrescante, ajuda a aumentar a ingestão de líquidos e ainda oferece compostos bioativos benéficos. ⚠️ Evite adicionar açúcar, mel ou xaropes. Adoçar pode parecer inofensivo, mas o excesso de açúcar na dieta é um dos fatores de risco para pedras nos rins. Um alerta importante: não substitua a água Mesmo com essas alternativas, a água continua sendo a melhor forma de hidratar os rins. Nenhuma outra bebida tem o mesmo impacto direto na diluição da urina e na prevenção da formação de cristais. Se você tem tendência à formação de cálculos, a recomendação geral é atingir cerca de 2 a 2,5 litros de urina por dia, o que exige uma ingestão de líquidos acima disso, considerando perdas pelo suor e pela respiração. Quando usar alternativas? Essas bebidas naturais podem ser usadas em situações como: Mas atenção: se você apresenta sintomas de desidratação intensa ou condições clínicas específicas, consulte seu médico. 👉 Quer saber se está hidratando corretamente e se os alimentos da sua rotina estão ajudando a prevenir pedras nos rins?Baixe gratuitamente meu e-book: 5 passos para prevenir cálculos renais Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Garrafas de bebidas isotônicas coloridas sobre banco de madeira
Cálculo Renal

🥤 Bebidas isotônicas ajudam ou atrapalham quem tem pedra nos rins?

Quem já teve pedra nos rins sabe que manter o corpo hidratado é fundamental. Mas será que vale a pena investir nas bebidas isotônicas? Afinal, elas prometem repor eletrólitos como sódio e potássio nutrientes importantes para o funcionamento do corpo. Neste post, você vai entender se as bebidas isotônicas realmente fazem bem para quem tem tendência à formação de cálculos renais ou se é melhor evitá-las. O que são bebidas isotônicas? As bebidas isotônicas foram criadas para repor água, minerais e energia durante atividades físicas intensas. Elas contêm uma combinação de eletrólitos (como sódio, potássio e magnésio), carboidratos (açúcares simples) e, às vezes, aditivos como corantes e conservantes. Por que algumas pessoas acham que isotônicos fazem bem para os rins? Alguns rótulos mencionam que a bebida “hidrata” e ajuda na reposição de minerais. Isso faz com que muita gente associe os isotônicos a um efeito protetor para os rins especialmente por conter potássio e sódio, que estão envolvidos no equilíbrio de líquidos do corpo. No entanto, para quem tem tendência à formação de cálculos renais, nem sempre essa é a melhor escolha. Quando os isotônicos podem ser úteis? Em algumas situações específicas, o uso de bebidas isotônicas pode ser indicado: Mas é importante lembrar: isso vale mais para atletas ou em situações clínicas específicas. Para a maioria das pessoas, a simples hidratação com água já é suficiente. E quando eles atrapalham? Para quem tem tendência a formar cálculos renais, o excesso de sódio e açúcar pode ser um problema. Muitos isotônicos industrializados contêm: Por isso, o uso frequente dessas bebidas pode ter o efeito oposto ao desejado: prejudicar o equilíbrio urinário e aumentar o risco de novas crises. Então, quem tem cálculo renal pode tomar? Se for esporadicamente, em um dia muito quente ou após exercício intenso, pode até ser utilizado com moderação. Mas não deve fazer parte da rotina diária de quem já teve pedra nos rins. Para a maioria das pessoas, a hidratação com água, e em alguns casos bebidas naturais com eletrólitos, é mais segura e saudável. 📌 No próximo post:💧 Alternativas naturais às bebidas isotônicas para quem tem pedra nos rins. Quer evitar novas crises de cálculo renal? 👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Frutas frescas ricas em citrato como laranja, kiwi, uva e morango
Cálculo Renal

🧪 O que significa citrato baixo na urina?

Se você já teve cálculo renal e seu exame de urina de 24 horas apontou citrato urinário baixo, isso merece atenção. O citrato é uma substância natural encontrada na urina que ajuda a impedir a formação de pedras nos rins, especialmente aquelas compostas por oxalato de cálcio. Mas o que exatamente significa ter pouco citrato na urina? E o que pode ser feito para corrigir isso? Por que o citrato é tão importante? O citrato atua como um “protetor” contra os cálculos. Ele se liga ao cálcio na urina, formando um composto solúvel que dificulta a formação de cristais. Em outras palavras, quanto mais citrato, menor o risco de surgirem novas pedras especialmente as de oxalato de cálcio e fosfato de cálcio. Segundo a National Kidney Foundation, manter níveis adequados de citrato na urina é uma das estratégias mais eficazes para quem deseja prevenir novos episódios de cálculo renal. O que significa ter citrato urinário baixo? Um resultado de citrato urinário abaixo de 320 mg/dia é considerado baixo. Essa condição é chamada de hipocitratúria e está associada a maior risco de cálculos renais recorrentes. Entre os principais fatores que reduzem o citrato na urina, estão: Como aumentar o citrato de forma natural? A boa notícia é que ajustes simples na alimentação podem ajudar e muito a aumentar o citrato urinário. Frutas cítricas como limão, lima, laranja e tangerina são ótimas fontes naturais. O limão, por exemplo, contém citrato em alta concentração. A recomendação mais comum é utilizar o suco de 1 a 2 limões por dia diluídos em água (sem açúcar), seja em forma de limonada ou como tempero em saladas e preparações. Um estudo publicado pela NKF reforça que o consumo regular de sucos cítricos pode aumentar o citrato urinário, reduzindo a chance de formação de novos cálculos. E o suplemento de citrato de potássio? Em alguns casos, quando mesmo com alimentação rica em citrato os níveis urinários permanecem baixos, pode ser necessário o uso de citrato de potássio em cápsulas ou sachês, sob prescrição médica. Porém, nem sempre esse suplemento é bem tolerado algumas pessoas relatam desconforto gástrico. Por isso, é sempre preferível tentar estratégias alimentares antes, com acompanhamento de um nutricionista. Atenção ao equilíbrio Além de incluir mais frutas cítricas na rotina, é fundamental manter o equilíbrio geral da alimentação. Dietas ricas em proteína animal, sal e pobres em vegetais tendem a acidificar a urina, o que reduz ainda mais o citrato urinário. Uma dica prática: usar limão ou laranja como tempero é uma forma simples e eficaz de ajudar seus rins, sem mudar drasticamente sua alimentação. Quer aprender a montar uma rotina alimentar que ajude de verdade a prevenir novos cálculos?👉 Baixe agora meu e-book gratuito com os 5 passos essenciais:https://subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Chá de camomila em xícara decorada, opção segura para quem tem pedra nos rins
Cálculo Renal

🍵 Chá que não prejudica quem tem pedra nos rins

Quem tem cálculo renal costuma ouvir que “não pode tomar chá”, mas será que isso é mesmo verdade? A resposta é: depende do tipo de chá. Alguns realmente podem aumentar o risco de formação de novas pedras, enquanto outros são seguros e até benéficos se consumidos da forma correta. Neste post, você vai entender quais chás são mais seguros para quem já teve cálculo renal e o que deve ser evitado. 1. Por que alguns chás devem ser evitados? Chás como preto, verde e mate contêm uma substância chamada oxalato, que pode favorecer a formação de cálculos, especialmente em pessoas com hiperoxalúria ou predisposição a cálculos de oxalato de cálcio. Por isso, se você tem histórico de pedra nos rins, o ideal é avaliar sua urina de 24h antes de cortar qualquer alimento ou bebida. Essa análise mostra se há realmente excesso de oxalato urinário e permite ajustes individualizados. Nem todo mundo precisa restringir oxalato, e eliminar esses chás sem necessidade pode tornar a dieta restritiva sem motivo. 2. Quais chás são mais seguros? Chás feitos a partir de ervas naturais, sem cafeína e com baixo teor de oxalato, são geralmente seguros para quem tem pedra nos rins. Veja alguns exemplos: Esses chás podem ser ótimas opções no dia a dia e ajudam na variação da ingestão líquida, o que é essencial para prevenir novas crises de cálculo renal. Porém, é importante lembrar: nenhum tipo de chá substitui a água. A hidratação com água ao longo do dia continua sendo a principal estratégia de prevenção. 3. Evite adicionar açúcar Muita gente toma chá apenas quando está adoçado, mas esse hábito pode ser prejudicial. O consumo frequente de açúcar aumenta o risco de resistência à insulina e diabetes, condições que favorecem a formação de cálculos urinários. Além disso, o excesso de doces e bebidas adoçadas costuma ser acompanhado de uma dieta pobre em alimentos naturais e fontes de citrato, como frutas e vegetais justamente os que ajudam a proteger os rins. Prefira chás sem adição de açúcar, ou, se precisar de um sabor mais suave, experimente rodelas de frutas cítricas, como limão ou laranja, para aromatizar a bebida naturalmente. 4. Dica extra: varie as temperaturas Você pode consumir o chá quente, morno ou gelado. Variar a forma de preparo pode te ajudar a manter a ingestão de líquidos ao longo do dia, especialmente em dias frios, quando a vontade de beber água diminui. Chás naturais também podem ser usados como base de sucos com frutas cítricas, criando combinações ricas em citrato um grande aliado na prevenção dos cálculos. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir Leia também:👉 🍋 Sucos cítricos ajudam a prevenir pedra nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Rolar para cima