Author name: Aline Goto

Xícara e bule de chá claro sobre fundo branco
Cálculo Renal, Doença Renal Crônica

🍵 Todo chá é diurético?

Muita gente acredita que basta tomar um chá qualquer chá para “limpar os rins” e fazer xixi o dia inteiro. Mas será que todo chá é mesmo diurético? E será que isso é bom para quem tem pedra nos rins? Vamos desvendar esse mito com informação de verdade. O que significa um chá ser diurético? Um chá diurético é aquele que estimula a produção de urina. Ou seja, ajuda o corpo a eliminar mais líquido pelos rins. Isso pode ser interessante para quem precisa aumentar a hidratação, como nos casos de cálculo renal, mas nem todo chá age dessa forma. E, mais importante: nem sempre o efeito diurético é desejável ou seguro, especialmente em quem tem função renal comprometida. Todo chá é diurético? Não mesmo. A maioria dos chás naturais, como camomila, hortelã e erva-doce, não tem efeito diurético relevante. Eles são calmantes, digestivos, aromáticos, mas não vão fazer você correr pro banheiro. Já outros, como hibisco, cavalinha e dente-de-leão, têm compostos que estimulam a diurese. Alguns, inclusive, são usados em fitoterapia com esse propósito. Mas cuidado: O excesso de chás com efeito diurético pode levar à desidratação e perda de eletrólitos importantes, como potássio e sódio. Quando o chá pode ser um problema para os rins? Nem todo chá é seguro para todo mundo. Alguns pontos de atenção: Por isso, não existe receita pronta. O melhor chá para você depende da sua condição clínica, função renal e objetivo. Chá pode ajudar na prevenção de cálculos? Sim, desde que ele contribua para aumentar a hidratação. O fator mais importante na prevenção de pedras nos rins é o volume de urina. Quanto mais diluída, menor a chance de formação de cristais. Se o chá te ajuda a beber mais líquido ao longo do dia, ótimo. Mas não espere milagres: nenhum chá “quebra pedra” substitui uma alimentação estratégica. Quer prevenir cálculos sem precisar viver de chá ou receitas mirabolantes? Agende sua consulta comigo e descubra como montar um plano alimentar realista, leve e que funcione para o seu dia a dia. Ou, se preferir, baixe meu e-book gratuito e comece agora a cuidar dos seus rins com liberdade e segurança. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Água com gás causa pedra nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Copo com água e fatias de limão, opção refrescante para auxiliar na prevenção de pedras nos rins
Cálculo Renal

🍋 Cálculo renal e água com limão: funciona mesmo?

Você provavelmente já ouviu esse conselho: “Toma água com limão todo dia que ajuda a eliminar pedra nos rins!” Mas será que isso é verdade? A água com limão realmente tem o poder de evitar cálculos renais ou estamos diante de mais um mito popular? Vamos ao que a ciência diz com leveza, sem terrorismo alimentar. De onde vem essa ideia? A fama da água com limão vem do fato de que o limão é fonte de citrato, uma substância que ajuda a inibir a formação de cristais nos rins especialmente os de oxalato de cálcio, o tipo mais comum de cálculo renal. O citrato se liga ao cálcio na urina e reduz a chance dele formar pedras. Além disso, ele também pode ajudar a alcalinizar levemente o pH urinário, o que em alguns casos contribui para a prevenção. Água com limão substitui o tratamento? Não. Apesar do limão conter citrato, a quantidade presente no suco natural não é tão alta quanto nos suplementos de citrato de potássio usados em casos clínicos. Beber água com limão pode sim ajudar na hidratação e contribuir com pequenas doses de citrato, mas não deve ser encarado como tratamento único ou milagroso. Aliás, o fator mais importante continua sendo a quantidade total de água ingerida ao longo do dia. Como aproveitar a água com limão de forma segura? Se você gosta, ótimo! Pode ser uma forma saborosa de manter a hidratação e isso por si só já ajuda muito na prevenção de cálculos. Algumas dicas: Quando tomar cuidado? Se você tem refluxo, gastrite ou problemas estomacais, o limão pode piorar os sintomas. Nesse caso, melhor não insistir ou buscar outras formas de saborizar a água (como folhas de hortelã, por exemplo). E se você está em tratamento para cálculo renal, é essencial avaliar o tipo de cálculo antes de focar em qualquer estratégia alimentar isolada. Quer um plano alimentar completo para evitar novas pedras — com liberdade e sabor? Agende uma consulta comigo ou baixe meu e-book gratuito e descubra como proteger seus rins sem cortar tudo do cardápio. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Ultraprocessados atrapalham a prevenção de pedras nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Prato com tomates frescos e manjericão sobre mesa clara
Cálculo Renal

🍅 Posso consumir tomate se tenho cálculo renal? Descubra a verdade sem neura

Você ouviu alguém dizer que tomate causa pedra nos rins e ficou com medo de comer até o molho da macarronada? Calma. Vamos descomplicar esse assunto! Tomate causa pedra nos rins? O tomate é um alimento nutritivo, rico em licopeno, um antioxidante poderoso. Mas sim, ele também contém oxalato, uma substância que pode estar envolvida na formação dos cálculos renais principalmente os de oxalato de cálcio, que são os mais comuns. Mas aqui está o ponto: o tomate não é o vilão isolado. O que importa de verdade é o contexto da alimentação como um todo e a quantidade total de oxalato que você consome ao longo do dia. A quantidade e a combinação fazem a diferença Comer um tomate na salada do almoço não é o mesmo que beber suco verde com espinafre, beterraba e amêndoas todos os dias. O segredo está em equilibrar os alimentos ricos em oxalato com boas fontes de cálcio nas refeições. Isso ajuda o oxalato a se ligar ao cálcio no intestino e ser eliminado nas fezes em vez de parar nos rins. Exemplo prático: uma salada de tomate com um pouco de queijo branco ou iogurte natural na refeição é uma boa combinação para quem precisa controlar o oxalato. Quando o tomate pode ser um problema? Se você tem histórico de cálculos renais de oxalato de cálcio e uma ingestão elevada de alimentos ricos em oxalato no geral, vale a pena repensar as escolhas. Algumas situações que merecem atenção: Nestes casos, vale ajustar com a ajuda de um nutricionista. E o molho de tomate? Pode? Pode sim! Molho caseiro, com pouco sal e sem excesso de aditivos, é uma boa opção. Aliás, o licopeno do tomate fica mais biodisponível quando o tomate é cozido, ou seja, o molho pode até ser mais benéfico do que o tomate cru. Só evite exagerar se estiver combinando com muitos outros ingredientes ricos em oxalato. E prefira sempre preparar em casa para ter controle sobre os ingredientes. Quer aprender como montar refeições saborosas e seguras para evitar novas pedras? Agende uma consulta comigo ou baixe meu e-book gratuito e descubra como proteger seus rins sem terrorismo nutricional! Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Ultraprocessados atrapalham a prevenção de pedras nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Copo de suco verde ao lado de ingredientes frescos como limão, gengibre e folhas verdes
Cálculo Renal

🥬 Quem tem cálculo pode tomar suco verde? Veja como escolher com segurança

Suco verde parece ser a opção mais saudável do mundo: natural, cheio de fibras, vitaminas e antioxidantes. Mas se você tem histórico de pedra nos rins, é bom olhar com mais atenção para os ingredientes. Sim, suco verde pode ser aliado. Mas dependendo da combinação, ele também pode ser um gatilho silencioso para novos cálculos. Vamos entender juntos como fazer boas escolhas? Por que suco verde pode preocupar quem tem pedra nos rins? Muitos sucos verdes levam ingredientes ricos em oxalato, como: Esses vegetais, embora saudáveis, contêm uma quantidade elevada dessa substância, que está diretamente ligada à formação de cálculos de oxalato de cálcio o tipo mais comum. Quando consumido em excesso, o oxalato pode ser absorvido pelo intestino e eliminado pelos rins. Aí, ele se junta ao cálcio na urina, formando os temidos cristais. E o limão, gengibre, pepino… estão liberados? Sim! Muitos ingredientes dos sucos verdes são super aliados da saúde renal: A chave é escolher os ingredientes certos e variar o preparo. Não existe um suco perfeito, mas existe uma estratégia ideal para o seu corpo. Como montar um suco verde seguro para quem tem cálculo renal? Aqui vai um guia prático: Dica extra: não tome suco verde todo dia Mesmo com os ingredientes certos, é importante variar. A rotina precisa ser leve e adaptável. Tomar suco verde eventualmente como complemento pode ser ótimo. Mas todos os dias, com os mesmos ingredientes, pode não ser ideal. Especialmente se você já teve cálculos, o ideal é ter uma estratégia personalizada. Quer saber como adaptar sua alimentação para prevenir pedras nos rins sem cortar tudo? Agende sua consulta comigo ou baixe meu e-book gratuito e descubra como montar uma rotina leve, segura e com mais liberdade alimentar. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Ultraprocessados atrapalham a prevenção de pedras nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Pessoa com desconforto urinário diante de vaso sanitário, ilustrando infecção urinária
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💧 Já teve infecção urinária? Veja como isso pode impactar a formação de pedras

Infecção urinária é algo que muita gente já enfrentou pelo menos uma vez na vida. Ardência, vontade constante de urinar, desconforto…Mas o que pouca gente sabe é que esse episódio pode deixar marcas que vão além do incômodo passageiro. Sim, estamos falando de um risco aumentado para formação de cálculos renais. Infecção urinária e pedras nos rins: qual a relação? Em alguns casos, especialmente quando a infecção é recorrente ou causada por bactérias produtoras de urease (como a Proteus mirabilis), o risco de formação de cálculos infecciosos aumenta. Essas bactérias alteram o pH da urina, tornando-a mais alcalina. Isso favorece a precipitação de cristais como estruvita (fosfato de amônio e magnésio), que podem se transformar rapidamente em pedras grandes, às vezes, até silenciosas no início. Pedras causadas por infecção são diferentes E o ciclo se forma: infecção que causa pedra → pedra que favorece novas infecções. Como prevenir esse tipo de cálculo? A prevenção passa por dois pilares fundamentais: 1. Evitar infecções urinárias 2. Alimentação estratégica Uma dieta com foco na saúde urinária pode ajudar a manter o pH da urina equilibrado, reduzir o crescimento bacteriano e dificultar a formação de cristais. Isso inclui: E se eu já tive infecção e/ou pedras? Se você já teve infecção urinária e pedras nos rins, vale redobrar o cuidado.O ideal é fazer uma investigação completa: tipo de cálculo, exames de urina de 24h, hábitos alimentares e histórico de infecções. Com isso, é possível montar um plano alimentar personalizado que: ✔️ Previne novas infecções✔️ Reduz o risco de formação de cálculos✔️ Traz liberdade e segurança nas suas escolhas Conclusão Nem toda pedra começa com infecção, mas algumas infecções podem sim terminar em pedra. A boa notícia é que você pode agir antes disso acontecer. Prevenção vai muito além da água: envolve escolhas conscientes, orientação profissional e cuidado com o corpo como um todo. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Ultraprocessados atrapalham a prevenção de pedras nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Ilustração de profissionais analisando rins e exames de creatinina
Doença Renal Crônica

🧪A creatinina subiu: e agora? Saiba como a alimentação pode te ajudar

Receber um exame com a creatinina mais alta que o normal pode gerar muitas dúvidas e preocupações. Será que os rins estão começando a falhar? E o que muda na alimentação a partir disso? Neste post, você vai entender como a nutrição pode ser uma grande aliada para preservar a função renal e evitar a progressão da Doença Renal Crônica (DRC). O que significa creatinina alta? A creatinina é uma substância produzida pelos músculos e eliminada pelos rins. Quando os rins não estão funcionando bem, a creatinina se acumula no sangue e isso pode ser um dos primeiros sinais de prejuízo na função renal. Mas atenção: um exame alterado não significa diagnóstico fechado. É preciso investigar com outros marcadores e repetir os exames ao longo do tempo. O que muda na alimentação? A alimentação vai depender do estágio da DRC e de exames complementares (como ureia, potássio, fósforo, proteína na urina, entre outros). Mas de forma geral, alguns ajustes costumam ser importantes: 1. Controle de proteínas Para quem tem doença renal crônica, o consumo de proteína precisa ser ainda mais individualizado, especialmente nas fases 4 e 5. Não só pela formação de resíduos nitrogenados como a ureia, mas para aliviar a carga metabólica. A recomendação é ajustada conforme o peso e doenças associadas (como diabetes). Sempre com orientação profissional. 2. Redução de sódio Menos sal ajuda a controlar a pressão arterial e reduzir a progressão da DRC. Cuidado com os alimentos ultraprocessados, temperos prontos e embutidos. 3. Hidratação ajustada Manter boa hidratação é essencial, mas tudo depende do volume urinário e da presença de inchaços ou pressão alta. 4. Atenção aos minerais Em algumas fases da DRC, especialmente na fase 5, pode ser necessário ajustar o consumo de potássio e fósforo. Alimentos como refrigerantes, carnes processadas e laticínios ricos em fósforo podem exigir moderação. E o que não fazer? A dieta na DRC é estratégica, mas precisa ser equilibrada, prazerosa e segura.  Conclusão A creatinina subiu? Isso é um sinal de alerta, mas também de oportunidade. Com ajustes na alimentação e acompanhamento profissional, é possível preservar a função renal, evitar complicações e viver com mais segurança e qualidade de vida. Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Água sendo servida em copo de vidro, representando dúvidas sobre o pH da água e saúde renal
Cálculo Renal, Doença Renal Crônica

⚖️ Preciso me preocupar com o pH da água que eu bebo?

Se você já leu o rótulo de uma água e viu algo como “pH 6,9” ou “alcalina com pH 9,5”, talvez tenha se perguntado:“Será que esse número importa?” No consultório, essa dúvida é comum. E não é pra menos: com tanta informação circulando por aí, fica fácil achar que a água ideal precisa ter um pH específico pra proteger os rins. Mas será que o pH da água que você bebe realmente faz diferença? Vamos simplificar isso juntos. O que é o pH da água? O pH é uma escala que mede acidez ou alcalinidade. Águas naturais costumam ter pH entre 6,5 e 7,5 o que já é perfeitamente aceitável e seguro. Algumas marcas vendem águas com pH mais alto, chamando de “alcalinas” e sugerindo benefícios como “alcalinizar o corpo” ou “melhorar a saúde dos rins”. Só que… isso não é bem assim. O corpo regula seu próprio pH e faz isso muito bem O pH do seu sangue é mantido entre 7,35 e 7,45.E o corpo trabalha duro pra manter isso constante, com a ajuda dos pulmões, rins e sistemas tampão. Ou seja:💡 O que você come ou bebe (incluindo a água) tem influência mínima no pH do sangue. E qualquer variação maior nesse pH não é “falta de alcalinidade na dieta” é um sinal de algo sério, que exige atenção médica imediata. Então o pH da água não importa? Na maioria dos casos, não. A menos que você tenha uma condição clínica específica (como acidez urinária persistente por cálculo de ácido úrico, por exemplo), não há benefício comprovado em escolher água com pH mais alto. O foco deve estar em: Conclusão Você não precisa se preocupar com o pH da água.O seu corpo já faz esse trabalho e faz muito bem. 👉 Se o que você quer é proteger seus rins e evitar novas pedras, a estratégia não está no pH da garrafa, mas na qualidade da sua hidratação, na alimentação ajustada e no acompanhamento individualizado. Quer entender o que realmente importa na prevenção de cálculos? Agende sua consulta e descubra como cuidar dos seus rins com leveza, sem cair em modismos. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Ultraprocessados atrapalham a prevenção de pedras nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Pote de whey protein com colher dosadora e suplemento em pó
Cálculo Renal

🏋️‍♂️ Quem tem cálculo renal pode tomar whey sem medo? Veja a resposta

Se você tem histórico de pedra nos rins, é normal se perguntar: “Será que posso tomar whey protein ou isso vai piorar meu problema?” A boa notícia é que, com orientação adequada, o whey pode fazer parte da alimentação mesmo de quem tem cálculo renal. Mas existem pontos importantes para avaliar antes de incluir esse suplemento na rotina. Qual a relação entre o excesso de proteína e as pedras nos rins? O consumo elevado de proteína animal pode: Ou seja: proteína em excesso, especialmente sem hidratação adequada, pode criar um ambiente favorável para a formação de pedras. Mas isso não significa que o whey está proibido! Quem tem cálculo pode usar whey protein? Pode sim desde que: Em geral, o risco não está no whey em si, mas no excesso de proteína total da dieta. Qual tipo de whey é melhor? Os tipos mais comuns são: Evite versões com muito sódio, adoçantes artificiais ou blends desconhecidos. Quando o whey pode ser um problema? Nesses casos, o uso do whey deve ser avaliado com mais cautela. Conclusão O whey protein não é vilão, mas também não é inofensivo. Com acompanhamento profissional, ele pode ser um aliado prático e seguro para complementar sua ingestão proteica. Tudo vai depender do tipo de cálculo, do seu perfil alimentar e da função renal atual. Quer um plano alimentar personalizado? Agende sua consulta comigo e descubra como adaptar o uso de suplementos e atingir suas metas sem abrir mão da sua saúde renal. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Oxalato: o que é e quando devo me preocupar? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Cortes de carne vermelha sobre fundo claro, ilustrando fontes de proteína animal
Cálculo Renal

🍖Preciso parar de comer carne para evitar cálculos renais?

Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem já teve cálculo renal: “Agora preciso cortar carne?” A boa notícia é que viver sem carne não é regra pra quem tem histórico de pedra nos rins. Mas entender o papel da proteína animal na formação dos cálculos faz toda a diferença. Qual a relação entre carne e pedra nos rins? Carnes vermelhas, frango, peixe e ovos são fontes de proteína animal. Quando consumidas em excesso, elas podem: Todos esses fatores estão ligados a um maior risco de formação de cálculos renais, especialmente de ácido úrico e oxalato de cálcio. Então o que fazer? Cortar ou ajustar? A recomendação não é cortar carne, mas moderar a quantidade e ajustar o contexto da alimentação: E quanto às proteínas vegetais? As proteínas de origem vegetal (feijões, lentilha, tofu) não têm o mesmo impacto acidificante no organismo. Incluir mais fontes vegetais pode ajudar a equilibrar a dieta e proteger os rins. Proteína demais também é um problema na DR Para quem tem doença renal crônica, o consumo de proteína precisa ser ainda mais individualizado, especialmente nas fases 4 e 5 da doença. Não só pela formação de cálculos, mas para evitar o acúmulo de ureia no sangue. É importante individualizar, já que a recomendação é influenciada por doenças associadas (como o diabetes) e peso corporal. Procure sempre ajuda de um nutricionista. Conclusão Não precisa parar de comer carne. Mas precisa saber a quantidade certa e o melhor jeito de encaixar na sua rotina. Com orientação nutricional, é possível manter uma alimentação equilibrada, com prazer e sem abrir mão do que você gosta, mesmo com histórico de cálculo renal. Quer prevenir novos cálculos? Agende uma consulta comigo ou baixe meu e-book gratuito e descubra como ter liberdade alimentar mesmo com histórico de pedra nos rins. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Oxalato: o que é e quando devo me preocupar? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

exame-urina-24h-prevencao-pedras.jpg
Cálculo Renal

🚽 O que é urina de 24h e por que ela é tão importante?

Você já ouviu falar no exame de urina de 24 horas? Se nunca fez, talvez ache que ele não serve pra muita coisa. Mas aqui vai um spoiler: Esse exame é uma peça-chave na investigação de cálculos renais e pode mudar completamente a estratégia de prevenção. O que é o exame de urina de 24h? Ao contrário do exame de urina comum (aquele do potinho simples), a urina de 24h coleta toda a urina eliminada ao longo de um dia inteiro. Isso dá uma visão mais completa de como seus rins estão trabalhando. O resultado traz informações valiosas como: Esses dados ajudam a identificar padrões que favorecem a formação de pedras e guiar condutas nutricionais precisas. Por que ele é tão importante para quem tem cálculo renal? Porque ele mostra o que os exames de sangue não mostram. A maior parte das alterações que causam cálculos estão na urina, não no sangue. Você pode ter exames laboratoriais normais e ainda assim estar formando pedras por excesso de cálcio ou oxalato urinário, por exemplo. Com a urina de 24h, conseguimos: E como a alimentação entra nisso? A partir do resultado da urina de 24h, dá pra montar um plano alimentar totalmente personalizado: É aqui que entra a nutrição funcional na prevenção de cálculos, com base em evidência. Quando fazer esse exame? A urina de 24h costuma ser indicada em situações como: Como é feito o exame, na prática? Simples, sem dor e com muito impacto! Conclusão A urina de 24h é um exame simples, mas poderoso. Com ele, conseguimos enxergar o que está por trás da formação de cálculos e criar um plano alimentar que atue direto na causa. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Oxalato: o que é e quando devo me preocupar? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

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