Doença Renal Crônica

Sushi sendo mergulhado em molho shoyu, representando o consumo consciente de sódio na alimentação renal.
Cálculo Renal, Doença Renal Crônica

Como usar shoyu mesmo se você precisa controlar o sódio

O shoyu é um dos molhos mais usados na cozinha, mas também um dos que mais levantam dúvidas entre pessoas com cálculo renal ou doença renal crônica. Afinal, será que é preciso cortar de vez o shoyu da alimentação por causa do sódio? A boa notícia é que o shoyu pode, sim, fazer parte da alimentação desde que seja usado com estratégia. Por que o shoyu é um alerta para quem cuida dos rins O shoyu tradicional é extremamente rico em sódio. Uma única colher de sopa pode ter entre 800 a 1.000 mg de sódio, o que já representa quase metade do limite diário recomendado para pessoas com risco renal. Além do sódio, muitos molhos industrializados também contêm aditivos como corantes, glutamato monossódico e conservantes fosfatados ingredientes que podem sobrecarregar os rins a longo prazo. Por isso, quem já precisa reduzir o sal por orientação médica deve redobrar a atenção ao incluir molhos prontos no prato. Como usar com mais consciência Usar shoyu com equilíbrio não significa abrir mão do sabor. Com algumas estratégias, é possível reduzir o impacto do sódio e continuar apreciando pratos orientais: Existem versões com menos sódio? Sim. Hoje já é possível encontrar no mercado: Essas alternativas não eliminam o sódio, mas são opções mais interessantes para quem precisa controlar o consumo. Receita de molho caseiro substituto do shoyu Para quem busca uma versão ainda mais leve, esse molho caseiro tipo shoyu é uma ótima alternativa: 📝 Ingredientes: 👩‍🍳 Modo de preparo: Misture tudo e leve ao fogo baixo por 3 a 5 minutos, só para aquecer e integrar os sabores. Use frio ou morno em legumes cozidos, arroz ou carnes grelhadas. Esse molho tem muito menos sódio e nenhum aditivo industrial. Manter a saúde renal não é sobre cortar tudo, mas sobre fazer escolhas conscientes e inteligentes.O molho shoyu pode continuar no cardápio, desde que com moderação e com atenção aos detalhes que fazem diferença. 👉 Quer mais dicas práticas para prevenir cálculo renal com liberdade alimentar?Baixe meu e-book gratuito com os 5 passos para prevenir pedras nos rins Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Cranberry fresca usada para prevenção de infecção urinária
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🍒 Cranberry ajuda mesmo na infecção urinária?

Você provavelmente já ouviu alguém recomendar suco de cranberry para prevenir infecção urinária. Mas será que funciona mesmo? E será que quem tem tendência a cálculo renal pode tomar? Vamos entender o que a ciência diz sobre isso e como usar o cranberry com segurança na sua rotina. Como o cranberry atua no trato urinário? O cranberry (oxicoco) contém compostos chamados proantocianidinas tipo A, que podem dificultar a aderência de bactérias como a E. coli na parede da bexiga. Isso ajuda a reduzir o risco de infecções urinárias recorrentes, especialmente em mulheres que sofrem com esse problema com frequência. Mas vale lembrar: o cranberry não trata infecção já instalada. Ele pode ajudar na prevenção, mas não substitui o uso de antibióticos quando a infecção já está presente. Qual tipo de cranberry é mais eficaz? Nem todo produto de cranberry é igual. O suco industrializado que você encontra no mercado costuma ter muito açúcar e pouco cranberry de verdade o que reduz sua eficácia e pode até prejudicar quem já tem tendência a pedras nos rins ou precisa controlar o açúcar no sangue. As opções com mais evidência de benefício são: A dose mais estudada é em torno de 36mg de proantocianidinas por dia, mas essa informação nem sempre está disponível nos rótulos. Por isso, vale conversar com um nutricionista antes. Quem tem cálculo renal pode consumir? Depende. O cranberry contém uma quantidade moderada de oxalato, o que pode ser um ponto de atenção para quem já teve cálculos de oxalato de cálcio e tem oxalato urinário elevado (isso só é detectado por exame de urina de 24h). Se esse não é o seu caso, tomar cranberry com moderação provavelmente não é um problema. O segredo está sempre na individualização. Evitar cranberry por medo pode ser um erro, mas consumir indiscriminadamente também. Cranberry previne ou trata? O que vale mais a pena: suco ou cápsula? Depende do seu objetivo e da qualidade do produto. As cápsulas geralmente têm uma concentração maior dos compostos ativos do cranberry e são mais práticas. Já o suco pode ser interessante se for 100% puro, sem açúcar e consumido com moderação. Mas lembre: suplementos e alimentos só fazem sentido dentro de uma estratégia alimentar adequada. O cranberry pode ser um aliado, mas não é o único. Um cuidado extra para quem tem problema renal Se você já tem doença renal ou faz acompanhamento por cálculos renais, o ideal é não usar nenhum suplemento nem mesmo o cranberry sem conversar com um nutricionista especialista em saúde dos rins. O que é benéfico para um, pode ser arriscado para outro. 💡 Resumo prático: 👉 Quer aprender mais sobre como prevenir infecções urinárias e cuidar dos seus rins com segurança? Baixe meu e-book gratuito com 5 passos práticos para prevenir cálculos renais:subscribepage.io/ebook-calculo-renal Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Manteiga embalada sobre uma superfície de madeira
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🧈 Manteiga na saúde dos rins: o que você precisa saber

A manteiga é um ingrediente comum no café da manhã e no preparo de receitas, mas será que ela é uma boa escolha para quem quer cuidar da saúde dos rins? Embora tenha ganhado fama de “vilã” por conter gordura saturada, a verdade é que a manteiga pode fazer parte de uma alimentação equilibrada, desde que usada com moderação. Neste post, vamos entender melhor o impacto da manteiga na saúde renal, o que observar nos rótulos e como fazer escolhas mais seguras. O que é a manteiga e como ela é produzida? A manteiga é um produto de origem animal, feito a partir da nata do leite. É rica em gordura (cerca de 80%) e, por ser um alimento minimamente processado, não contém aditivos artificiais quando em sua versão tradicional. Diferente das margarinas ou cremes vegetais, a manteiga tem gordura saturada como principal componente lipídico. Esse é o principal ponto de atenção quando falamos de saúde cardiovascular e renal. Manteiga, gordura saturada e os rins Dietas muito ricas em gordura saturada podem contribuir para: Esses fatores impactam diretamente a função renal, especialmente em pessoas com histórico de hipertensão, diabetes ou com risco de doença renal crônica. A National Kidney Foundation recomenda limitar o consumo de gorduras saturadas para proteger os rins a longo prazo. Mas isso não significa cortar completamente alimentos como a manteiga, e sim encontrar um equilíbrio. Cuidado com versões com sal Algumas marcas adicionam sal (cloreto de sódio) à manteiga para dar sabor. Para quem tem pressão alta ou precisa controlar o sódio na dieta, vale a pena optar por manteiga sem sal. Além disso, algumas versões “cremosas” ou com sabor podem conter aditivos ou conservantes. Leia o rótulo com atenção! Manteiga pode ser incluída na alimentação? Sim, desde que com consciência: A manteiga não precisa ser excluída, mas não deve ser a protagonista da sua alimentação diária. Uma alimentação rica em vegetais, frutas, grãos integrais e gorduras boas é o melhor caminho para proteger seus rins. Dica prática Vai passar manteiga no pão? Tente combinar com uma fonte de fibras, como um pão integral ou uma fruta com casca. Isso ajuda a modular o impacto da gordura no organismo e favorece uma digestão mais equilibrada. 👉 Se você tem dúvidas sobre como adaptar sua alimentação para cuidar dos rins, especialmente com histórico de hipertensão, diabetes ou perda de função renal, procure sempre a orientação de um nutricionista especializado. Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Ovo cozido com gema mole servido no suporte – representa fonte de proteína na alimentação renal
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🥚 Ovo faz mal para os rins? Descubra se ele pode fazer parte da sua dieta

O ovo é um alimento prático, versátil e muito presente no dia a dia. Mas quando surgem questões relacionadas aos rins muitas pessoas ficam em dúvida: será que o colesterol do ovo faz mal? E a proteína do ovo pode sobrecarregar os rins? Se você já teve essa dúvida, este post é pra você. O ovo tem colesterol, mas isso não significa risco imediato Durante anos, o ovo foi visto como um vilão por conter colesterol na gema. No entanto, as diretrizes nutricionais mais recentes mostram que o colesterol alimentar (ou seja, aquele que vem dos alimentos) tem impacto muito menor no colesterol do sangue do que se pensava. Para a maioria das pessoas, o colesterol do ovo não representa um risco direto à saúde cardiovascular ou à saúde dos rins, especialmente quando o consumo é feito de forma equilibrada. O que merece mais atenção são os alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras trans e aditivos, que sim, podem afetar negativamente a função renal a longo prazo. O ovo é rico em proteína: isso é bom ou ruim para os rins? Um ovo tem cerca de 6 gramas de proteína, sendo uma fonte de proteína considerada de alto valor biológico. Isso significa que ele oferece todos os aminoácidos essenciais para o corpo um ponto positivo para quem precisa manter a massa muscular e a saúde geral. Mas quando falamos de doença renal crônica, o excesso de proteína pode exigir mais dos rins, especialmente em estágios avançados da doença (Doença renal crônica estágios 4 e 5). Nesses casos, o consumo de ovos deve ser avaliado com o nutricionista, considerando as necessidades individuais de proteína por dia. Já para quem tem tendência a formar cálculos renais, o cuidado é com o excesso de proteína animal no geral, pois isso pode contribuir para a formação de certos tipos de pedras, como os de ácido úrico. Mas isso não significa que o ovo esteja proibido apenas que ele deve fazer parte de um plano alimentar equilibrado. E a clara de ovo? Pode ser uma alternativa? Sim! A clara do ovo contém praticamente só proteína e não tem colesterol. Para quem precisa controlar o consumo de gordura ou colesterol, ela pode ser uma ótima opção em omeletes, panquecas ou preparações proteicas. Inclusive, a clara é muito usada em dietas com controle rigoroso de potássio ou fósforo, já que tem baixíssimo teor desses minerais o que pode ser útil para quem está em estágios mais avançados de doença renal. Então, quem tem problema nos rins pode ou não comer ovo? Pode sim! O ovo pode fazer parte da alimentação de quem tem cálculo renal ou doença renal crônica, desde que o consumo esteja dentro da quantidade adequada de proteínas para cada caso. A palavra-chave é individualização. Cada pessoa tem necessidades nutricionais diferentes, e o meu papel como nutricionista é ajustar a alimentação conforme os exames, sintomas e fase da doença renal. 🍳 Dica extra: prefira ovos cozidos, mexidos com pouca gordura ou em preparações caseiras. Evite consumir ovos fritos com óleo em excesso ou em receitas ricas em sódio e ultraprocessados, como empanados ou industrializados. Aline GotoNutricionista CRN10 2478 👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir cálculo renal:https://subscribepage.io/ebook-calculo-renal

Ramo de pimenta vermelha fresca sobre fundo branco
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🌶️ Pimenta faz mal para os rins? Descubra se ela pode estar na sua alimentação

Se você gosta de comida apimentada, mas tem preocupação com a saúde dos rins, especialmente se já teve cálculo renal ou possui doença renal crônica (DRC), talvez já tenha se perguntado se a pimenta faz mal para os rins. A resposta depende do tipo de pimenta, da quantidade consumida e da condição clínica de cada pessoa. Vou esclarecer os principais pontos para você consumir esse tempero com mais segurança ou fazer ajustes, se necessário. Pimenta natural x pimenta industrializada A primeira distinção importante é entre a pimenta in natura (como dedo-de-moça, jalapeño, malagueta) e os molhos de pimenta industrializados. E quem tem cálculo renal? Para quem tem tendência à formação de cálculos renais, a pimenta natural não está entre os principais vilões. Ela não é rica em oxalato, diferente de outros alimentos como espinafre ou chá preto. O problema pode surgir quando o consumo de pimenta estimula uma alimentação muito condimentada e rica em sal, especialmente se vier acompanhada de molhos prontos ou snacks ultraprocessados. O excesso de sódio aumenta a excreção urinária de cálcio, o que pode favorecer a formação de pedras nos rins. 👉 Se você faz uso frequente de pimenta, avalie se isso não está associado ao aumento do consumo de sal e produtos industrializados. E quem tem doença renal crônica (DRC)? Para quem já tem DRC, a pimenta não está proibida, mas deve ser consumida com moderação. O alerta principal está nos molhos industrializados (como já mencionado), que podem conter: 👉 O ideal é usar pimentas frescas ou desidratadas (sem sal) como forma de realçar o sabor dos alimentos sem recorrer ao sal comum. Pimenta pode estar na dieta renal? Sim, desde que usada da forma certa: ✅ Prefira pimenta natural, fresca ou seca, sem adição de sal.❌ Evite molhos industrializados com sódio ou aditivos fosfatados.✅ Use como estratégia para substituir o sal e variar os temperos.⚠️ Modere o uso em caso de refluxo, gastrite ou outras intolerâncias gastrointestinais. A pimenta não é inimiga dos rins mas o excesso de sódio, sim.Com escolhas conscientes, ela pode fazer parte de uma alimentação saborosa e equilibrada, mesmo para quem tem cálculo renal ou DRC. 📌 Quer aprender mais sobre os alimentos que ajudam a proteger seus rins?👉 Baixe gratuitamente o e-book “5 passos para prevenir cálculos renais” Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Mulher tomando suplemento de creatina
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💊 Creatina faz mal para os rins? O que você precisa saber.

A creatina é um dos suplementos mais estudados e utilizados no mundo, principalmente por quem pratica atividade física. Mas se você tem histórico de cálculo renal ou alguma alteração na função dos rins, é comum surgir a dúvida: “Creatina faz mal para os rins?” O que é a creatina e para que serve? A creatina é uma substância naturalmente produzida pelo corpo e também obtida por meio da alimentação, especialmente de carnes. No organismo, ela ajuda a fornecer energia rápida para os músculos, principalmente durante atividades intensas e de curta duração, como musculação e corrida. O suplemento de creatina tem como principal objetivo aumentar a performance física e o ganho de massa muscular. A creatina sobrecarrega os rins? Essa é uma dúvida comum e uma preocupação legítima. Ao tomar creatina, é normal que a creatinina (um marcador usado para avaliar a função renal) fique um pouco mais elevada nos exames de sangue. Mas isso não significa, por si só, que os rins estão sendo prejudicados. Vários estudos mostram que a suplementação de creatina em doses adequadas não causa danos renais em pessoas saudáveis. O aumento da creatinina costuma refletir o uso do suplemento e não uma falha nos rins. E quem tem cálculo renal? A creatina não é diretamente associada à formação de cálculos renais. No entanto, o uso do suplemento pode aumentar ligeiramente a excreção de alguns metabólitos pela urina, o que pode ser um ponto de atenção para quem já tem predisposição a formar pedras. Por isso, se há histórico de nefrolitíase, o ideal é avaliar a urina de 24 horas e conversar com um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação. E no caso de doença renal crônica? Aqui o cuidado precisa ser ainda maior. Pessoas com função renal reduzida ou já diagnosticadas com doença renal crônica devem evitar o uso de creatina sem orientação. Isso porque os rins já estão trabalhando com capacidade limitada e, mesmo suplementos considerados seguros para a maioria, podem não ser recomendados nesse contexto. Quando a creatina pode ser usada com segurança? A creatina pode ser utilizada com segurança quando: Mesmo assim, não é um suplemento indicado para todos os perfis. É importante avaliar o estilo de vida, os exames laboratoriais e o histórico clínico antes de iniciar. Dica extra: priorize a alimentação Muita gente busca suplementos antes de ajustar o básico: alimentação, hidratação e rotina de sono. A creatina pode ter benefícios, mas ela não substitui uma boa alimentação e um plano individualizado. Se você sente que está sempre cansado, com perda de massa ou rendimento físico baixo, pode ser hora de investigar melhor e não apenas recorrer a um suplemento. Aline GotoNutricionista CRN10 2478 👉 Baixe agora meu e-book gratuito:5 passos para prevenir cálculos renais

Prato de sushi variado com foco no salmão e arrozPrato de sushi variado com foco no salmão e arroz
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🍣 Sushi faz mal para os rins? Entenda o que ninguém te conta sobre o sódio

Sushi parece leve, fresco e saudável. Afinal, é peixe cru com arroz, né? Mas quando o assunto é saúde renal, é preciso olhar mais fundo no cardápio. Spoiler: o problema não é o peixe. É o sódio escondido. Por que o sushi pode ser um vilão disfarçado? Apesar da aparência “fit”, um combo de sushi pode conter mais sal que um pacote de salgadinho. Vamos aos culpados: Resultado: um jantar de sushi pode ultrapassar 2.000 mg de sódio, que é o limite máximo recomendado para um adulto saudável em um dia inteiro. Qual a relação entre sódio e saúde renal? Para quem tem histórico de cálculos renais ou doença renal crônica, o excesso de sódio pode: Mesmo quem não tem problemas nos rins deve ficar atento: a sobrecarga de sódio se acumula ao longo do tempo. Tem como comer sushi com segurança? Sim, com algumas escolhas estratégicas: Com moderação e estratégia, o sushi pode fazer parte da sua rotina. A nutricionista pode ajudar? Sim! O impacto do sódio varia de pessoa pra pessoa. Avaliar a urina de 24h, exames e hábitos alimentares é essencial para ajustar o plano alimentar com segurança. Quer aprender a fazer escolhas conscientes? Agende sua consulta comigo e descubra como cuidar dos rins sem abrir mão dos momentos de prazer à mesa. Porque prevenir pedras nos rins também é questão de informação certa, na dose certa. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Ultraprocessados atrapalham a prevenção de pedras nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Frasco de suplemento de creatina sobre uma mesa com halteres ao fundo
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🏋️️ Quem tem pedra nos rins pode tomar creatina?

A creatina é um dos suplementos mais utilizados por quem pratica atividade física. Mas se você já teve cálculo renal, pode surgir a dúvida: será que ela faz mal para os rins? Pode aumentar o risco de novas pedras? Vamos direto ao ponto. O que é a creatina e como ela age no organismo? A creatina é uma substância naturalmente produzida pelo corpo e também obtida pela alimentação (em carnes e peixes). Quando suplementada, ela ajuda a aumentar o desempenho físico e a massa muscular. A suplementação eleva temporariamente os níveis de creatinina no sangue (um subproduto da creatina), e é justamente aí que começa a confusão: muita gente acha que isso sobrecarrega os rins. Mas creatina causa cálculo renal? Não há evidências de que a creatina cause ou piore cálculos renais em pessoas saudáveis ou com histórico de pedra. O medo vem da associação com creatinina elevada, mas isso é apenas um reflexo do uso da creatina e não representa lesão renal. Por outro lado, é importante considerar alguns pontos: Quem tem histórico de pedra pode usar creatina com segurança? Na maioria dos casos, sim. Se você: …o uso de creatina pode ser seguro. Mas isso não significa que todo suplemento é igual. Existem produtos de baixa qualidade, com excesso de sódio ou aditivos desnecessários. O que analisar antes de usar: E quem tem doença renal crônica (DRC)? Para quem já tem DRC (principalmente estágios 3b, 4 ou 5), o uso de creatina não é recomendado sem avaliação profissional. Nesses casos, o foco deve ser preservar a função renal com estratégias nutricionais personalizadas e evitar substâncias que possam interferir na filtração. Conclusão prática Creatina não é vilã. Mas como todo suplemento, deve ser usada com critério. Para quem tem histórico de cálculo renal, a orientação individual é essencial. Avaliar exames, manter hidratação adequada e escolher produtos de qualidade são passos-chave. Quer continuar seus treinos sem colocar seus rins em risco? Agende sua consulta e receba um plano alimentar completo, com segurança e performance lado a lado. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Água com gás causa pedra nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

Garrafa de água mineral com rótulo visível, representando dúvidas sobre sódio e saúde renal
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🧂 Água mineral tem muito sódio? Entenda o que olhar no rótulo

Essa pergunta aparece com frequência no consultório:“Água mineral tem muito sódio? Eu devo evitar?” E não é à toa. Com tanto foco em reduzir o sal da dieta para prevenir cálculos renais, é natural que as pessoas comecem a olhar o rótulo de tudo — até da água. Mas será que isso faz sentido? Vamos esclarecer. Nem toda água mineral é igual — e isso é normal Águas minerais vêm de fontes naturais e têm composição própria, que inclui minerais como: Algumas têm um pouco mais de sódio, outras menos.Mas isso não quer dizer que você precise se preocupar com isso. A água é o menor dos seus problemas quando o assunto é sódio Pra deixar claro:A maior parte do sódio que prejudica a saúde está nos alimentos ultraprocessados e não na água. Só pra ter uma ideia:Algumas marcas de água mineral têm cerca de 30 a 40 mg de sódio por litro.Uma colher de chá de sal tem 2.300 mg de sódio.Um salgadinho pode ter mais de 300 mg por porção. Ou seja: Mesmo que você beba 2 ou 3 litros de água mineral por dia, a quantidade de sódio que ela fornece é insignificante diante da alimentação como um todo. “Mas e se eu tenho cálculo ou Doença Renal Crônica?” Se você tem indicação de moderar o consumo de sódio, o que realmente faz diferença é: Não há necessidade de cortar ou evitar a água mineral.Ela pode e deve fazer parte da sua rotina, desde que você esteja bem hidratado. Conclusão A água mineral não é sua inimiga.O teor de sódio presente nela é baixo na maioria das marcas e não representa risco à saúde renal especialmente quando comparado ao excesso de sódio dos alimentos industrializados. 👉 Quer aprender a cuidar dos seus rins sem neura, sem terrorismo e com liberdade alimentar? Agende sua consulta e descubra como criar uma rotina leve, estratégica e baseada em evidência. Aline GotoNutricionista CRN10 2478 Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Água com gás causa pedra nos rins?

Xícara e bule de chá claro sobre fundo branco
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🍵 Todo chá é diurético?

Muita gente acredita que basta tomar um chá qualquer chá para “limpar os rins” e fazer xixi o dia inteiro. Mas será que todo chá é mesmo diurético? E será que isso é bom para quem tem pedra nos rins? Vamos desvendar esse mito com informação de verdade. O que significa um chá ser diurético? Um chá diurético é aquele que estimula a produção de urina. Ou seja, ajuda o corpo a eliminar mais líquido pelos rins. Isso pode ser interessante para quem precisa aumentar a hidratação, como nos casos de cálculo renal, mas nem todo chá age dessa forma. E, mais importante: nem sempre o efeito diurético é desejável ou seguro, especialmente em quem tem função renal comprometida. Todo chá é diurético? Não mesmo. A maioria dos chás naturais, como camomila, hortelã e erva-doce, não tem efeito diurético relevante. Eles são calmantes, digestivos, aromáticos, mas não vão fazer você correr pro banheiro. Já outros, como hibisco, cavalinha e dente-de-leão, têm compostos que estimulam a diurese. Alguns, inclusive, são usados em fitoterapia com esse propósito. Mas cuidado: O excesso de chás com efeito diurético pode levar à desidratação e perda de eletrólitos importantes, como potássio e sódio. Quando o chá pode ser um problema para os rins? Nem todo chá é seguro para todo mundo. Alguns pontos de atenção: Por isso, não existe receita pronta. O melhor chá para você depende da sua condição clínica, função renal e objetivo. Chá pode ajudar na prevenção de cálculos? Sim, desde que ele contribua para aumentar a hidratação. O fator mais importante na prevenção de pedras nos rins é o volume de urina. Quanto mais diluída, menor a chance de formação de cristais. Se o chá te ajuda a beber mais líquido ao longo do dia, ótimo. Mas não espere milagres: nenhum chá “quebra pedra” substitui uma alimentação estratégica. Quer prevenir cálculos sem precisar viver de chá ou receitas mirabolantes? Agende sua consulta comigo e descubra como montar um plano alimentar realista, leve e que funcione para o seu dia a dia. Ou, se preferir, baixe meu e-book gratuito e comece agora a cuidar dos seus rins com liberdade e segurança. Quer evitar novas crises de cálculo renal?👉 Baixe agora o e-book gratuito com os 5 passos para prevenir 📌 Leia também: Água com gás causa pedra nos rins? Aline GotoNutricionista CRN10 2478

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